sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Diga não



Você vai deixar ela TOMAR CONTA DE VOCÊ???

Quem se informa evita!!!!
Obrigado pela atenção s2!!!



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Drogas DISFARÇADAS


Novas “drogas legais” invadem as baladas

Enquanto aqui no Brasil o consumo de crack não para de crescer, assim como as “cracolândias” em diferentes regiões, lá fora outro tipo de drogas está aumentando de consumo: as drogas sintéticas. O sistema de saúde inglês abriu uma clínica só para seus usuários.
As drogas sintéticas são aquelas criadas em laboratórios, e muitas vezes são substâncias legais que simulam os efeitos de entorpecentes ilegais, por isso são também chamadas de “legal highs” ou, no Brasil, “drogas disfarçadas”.
Entre essas podemos citar a mefedrona (“miau-miau”), o GHB (“boa-noite cinderela”) e a quetamina (um anestésico para cavalos).
Mas não é porque são legais que são menos prejudiciais ao organismo: como costumam ser substâncias novas, muitos dos seus efeitos colaterais ainda são desconhecidos. Além disso, por serem drogas diferentes, a pessoa não acostumada pode facilmente tomar uma overdose.
A maioria destas drogas têm efeito estimulante e costumam ser utilizadas em baladas. Os jovens querem evitar a cocaína ou o ecstasy e buscam alternativas como a mefedrona (que em agosto de 2011 foi proibida no Brasil). Um outro exemplo é o A3A, um pó muito mais poderoso que a mefedrona cujos efeitos, que podem incluir taquicardia, ataques de pânico e sintomas psicóticos, podem durar dias.
Curiosamente, estas drogas costumam ser usadas por pessoas empregadas, com alto nível de educação, que as compram pela internet. Ou seja, um público bem diferente das cracolândias. Imagina se isso vira moda no Brasil…

sábado, 27 de outubro de 2012

Desculpe!!!

Vocês sabem como a vida anda corrida né pessoal por isso nos atrapalhamos um pouquinho,  segunda-feira,vamos postar uma novidade! fiquem ligados!!!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Como livrar-se das drogas??

O 1° passo no caminho da recuperação, é admitir a dependência das drogas. Como saber se você é um dependente?
Se você usa drogas todos os dias, não consegue ficar sem usá-las e quando não usa se vê incomodado a ponto de fazer tudo que pode para conseguir (roubar, empréstimo, dívidas, vender objetos) você é um dependente. Caso não se considere um, chegara lá.
O dependente vive para se drogar e se droga para viver. Identificando o problema você está pronto para buscar ajuda, é só querer.
Peça Ajuda a uma Pessoa de Sua Confiança

Surgindo o desejo e a vontade de abandonar as drogas, procure ajuda com alguém de sua confiança (pai, mãe, amigo) não lute sozinho.Lembre-se só você pode, mas não pode sozinho.
Relate o fato a esta pessoa (tenha certeza que irá ajudá-lo) mostre a ela sua vontade de parar de usar drogas. Demonstre querer ajuda. Faça tudo com humildade.
Procure Grupos de Ajuda Terapêutica 

Inúmeros grupos têm surgido com o objetivo de ajudar o dependente a abandonar as drogas (N.A.). Nas páginas finais você verá uma relação de grupos e entidades que atendem gratuitamente aos usuários de drogas e seus familiares. Boa parte dos dependentes não necessita de internação, caso seja necessário, isto será avaliado por um profissional da área. Em relação aos grupos é indispensável à freqüência as reuniões (terapia).
Você encontrará nos grupos de terapia, pessoas que passaram pelo mesmo problema e estão se tratando. Através da experiência e a ajuda delas, você poderá superar seus obstáculos. A recuperação é um
 processo demorado e deve durar toda vida.Só você pode mas não pode sozinho.
Utilize a Força de Vontade

Neste momento você deve ter em mente que a droga deve ser abandonada de vez. Alguns pensam que podem deixar aos poucos, mas é ilusão. A maneira correta é abandonar totalmente. Neste momento você precisará utilizar a força de vontade.
A força de vontade é, nada mais nada menos que dizer a você mesmo, “não vou me drogar hoje”. Experimente só por hoje. Lute, diga não, seja corajoso. Cada dia de vitória o tornará mais forte.
O caminho é longo, a vitória é certa. Resista
Não Desista da Luta, Vá Até o Fim

A determinação é a maior arma a favor do sucesso. Não desista custe o que custar, se caso acontecer uma recaída, não desista. Não permita que esta fraqueza momentânea, jogue você de volta ao vício. Comece tudo de novo. A recaída pode ser encarada como fazendo parte da recuperação, se não for abandonado o tratamento. Lute, pegue a vitória, ela é sua.
Afaste-se dos Lugares e Amigos da Ativa

Afastar-se dos amigos da ativa, dos usuários de drogas e dos lugares freqüentados é muito importante. Podemos dizer que é quase impossível parar de se drogar freqüentando lugares da ativa e andando com “amigos” usuários de drogas. Temos que levar em conta a grande influência dessas amizades. Pense nos assuntos abordados quando todos estão juntos, tudo gira em torno das drogas “onde tem a boa”, “vamos usar agora”, isto é uma verdadeira tortura para você.
Afaste-se dos lugares e dos amigos da ativa e verás boa parte da vontade de drogar-se desaparecer. Escolha bem suas amizades, inclusive os 
namoros.
Preencha Seu Tempo

Chegou a hora de você pensar no futuro. Ao deixar as drogas, preencha seu tempo. Não permita que sua mente fique vazia. Voltar a estudar é uma boa maneira de preencher e recuperar o tempo perdido. Um curso profissionalizante, a prática esportiva, um emprego, vão lhe dar uma outra razão de viver. Tenha um ideal, você pode, você merece.
Certamente a Vontade Virá

Seria hipocrisia dizer, que ao abandonar as drogas todos os desejos e vontades em relação a elas irão desaparecer. Isto é uma ilusão, certamente à vontade de drogar-se virá, irá queimar como fogo. Neste momento, o primeiro pensamento que você precisa ter é resistir.
Pense em tudo o que a droga lhe fez de mal e o que pode vir de pior. Jamais se iluda com a idéia de que você só irá usar apenas uma vez.
“Vou cheirar só hoje, vou fumar só hoje”. São idéias ilusórias que escondem todo um retorno rápido as drogas. Não esqueça que 
você é portador de uma doença, a toxicomania.



Resista ás DROGAS

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Aviso

Hoje acaba nossa campanha... Mas se você achou que foi a 1º e última está muito enganado (a)

Tem muito mais pela frente!!!        não percam!!







Obrigado pela atenção!!!!!  s2   amoooos

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

2º postagem deu a louca nas drogas


Já postada , ainda temos muito mais não percam!!!!

Obrigado pela atenção!!!   s2 amoos

A droga mais pesada do mundo...

Existem três gupos de drogas:

Estimulantes - A pior é o Crak, é feito com a merla, que é uma substância bruta da qual é estraida a cocaína, misturada a amônia. è pior ainda porque é barat, não é difícil de se conseguir.

Depressoras - Com certeza, é o ópio, droga semelhante a heroína, cuja a retirada da droga, ou seja, o tratamento para desintoxicação, mata mais da metade dos usuários pois impede que ocorra a respiração celular.

Alucinógenos - A maconha, pois seus princípios ativos se ligam as gorduras do corpo, sendo, aos poucos, liberados e eliminados, de forma que a substância permanece no sangue por muito tempo.

Dentre todas essas, a pior é o crack, pois sua distribuição é ampla, é comum entre os pobres e é feito com o lixo da cocaína, causando abstinência horrível e overdoses com pouca quantidade.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

1º postagem deu a louca nas drogas

Já postamos a 1º informação da campanha deu a louca nas drogas!!!!


Se ja assistiu continue assistindo e veja as novidades !!!




0bri6ad0 94la a74nçã0!!!!   s2   amamooos...

A droga mais nociva do mundo


A droga mais nociva do mundo é o álcool

Segundo uma nova escala de danos causados a uma pessoa e a sociedade em geral, uma das drogas mais nocivas do mundo é o álcool.
A escala foi concebida por um grupo de cientistas, especialistas no assunto. As taxas de perigo causado por uma droga levam em conta os prejuízos combinados para o usuário e para os outros, ou seja, a sociedade como um todo.
Em um esforço para oferecer um guia para os políticos nas questões de saúde, policiamento e assistência social, a equipe avaliou as drogas usando uma técnica chamada análise multicritério de decisão, que mediu os danos de acordo com nove critérios sobre os malefícios para o usuário e sete critérios sobre os malefícios para os outros.
Os danos para o usuário incluem coisas como a morte por uma droga específica ou relacionada com uma droga específica, danos para a saúde causados pela dependência da droga, e perda de relacionamentos, enquanto os danos para os outros incluem coisas como criminalidade, danos ambientais, conflitos familiares, danos internacionais, custos econômicos e danos à coesão da sociedade.
As drogas foram avaliadas de 0 a 100, sendo que a droga que pontuasse 100 seria a mais nociva e 0 indicaria nenhum dano.
O álcool foi considerado a droga mais prejudicial, com uma pontuação de 72, seguido da heroína (55) e do crack (54). O álcool também é quase três vezes mais prejudicial do que a cocaína (27) e o tabaco (26). O ecstasy é apenas o oitavo mais prejudicial em comparação ao álcool (9).
Entre algumas das outras drogas avaliadas estão metanfetamina (33), anfetaminas (23), maconha (20), benzodiazepínicos, como Valium (15), ketamina (15), metadona (14), esteróides anabólicos (9), LSD (7) e cogumelos (5).
Os pesquisadores notaram que os sistemas atuais de classificação de drogas têm pouca relação com o dano que elas causam. O álcool e o tabaco, por exemplo, são geralmente legais para adultos em muitos países, enquanto drogas como ecstasy, maconha e LSD são muitas vezes ilegais e levam a prisão.
Porém, as duas drogas legais avaliadas – álcool e tabaco – pontuaram bem mais alto na escala de perigo, indicando que, pelo menos, causam tanto dano como as substâncias ilegais.
A Organização Mundial da Saúde estima que os riscos associados ao álcool causam 2,5 milhões de mortes por ano, que variam de doenças hepáticas e cardíacas, acidentes de trânsito, suicídios e câncer, representando 3,8% de todas as mortes. No mundo, o álcool é o terceiro fator de risco principal para a morte prematura e invalidez.
Segundo os especialistas, os resultados mostram que evitar o consumo excessivo de álcool é uma estratégia válida e necessária à saúde pública

domingo, 2 de setembro de 2012

Deu a louca nas DROGAS!]

Como sabem a droga é uma substância que muitas pessoas usam, principalmente os jovens; e claro queremos mudar isso;  por isso queremos mostrar a vocês leitores como muitas pessoas estão usando drogas, as mais usadas, as que mais fazem mal, as mais caras, as mais baratas, etc...
Por isso não deixe de olhar nosso blog!!!

Nossa campanha Deu a louca nas DROGAS] vai acabar dia 14/09/2012





Não deixe de conferir!!!  
Obrigado pela atenção!!!!!!!!                         s2   amamoss!!!

Nova droga Krokodil ou Crocodilo




Feita na Rússia com mistura caseira que inclui até gasolina, o krokodil, ou crocodilo em português, destrói a pele e mutila o corpo dos usuários


Uma nova droga de efeito devastador se espalha como uma epidemia pela Rússia: o krokodil ou crocodilo em português. Trata-se de uma mistura feita com um derivado de ópio, a codeína, e uma série de químicos como gasolina, solvente de tinta, ácido clorídrico, iodo e fósforo vermelho. A combinação ganhou esse nome porque a região da pele em que o krokodil é injetado fica esverdeada e com uma textura escamosa. Com o tempo, as veias se rompem, os tecidos morrem e se soltam do corpo. O que se vê são viciados em farrapos de carne, apodrecendo vivos, corroídos pela acidez da droga.

A heroína é muito popular na Rússia. O governo estima que 2,5 milhões de pessoas usem a droga no país. Ela é produzida principalmente no Afeganistão e chega a preços que variam entre o equivalente a R$ 50 e R$ 150 o grama ao consumidor final. O krokodil, que tem efeito dez vezes mais potente que a heroína, custa entre R$ 5 e R$ 8 o grama e tornou-se a alternativa para quem não têm como sustentar a dependência química em heroína. A expectativa de vida para quem é usuário da nova droga é de 1 a 3 anos. Os que sobrevivem sofrem amputações e ficam dementes, com problemas motores, de raciocínio, de fala e de visão. Em entrevista à revista norte- americana “Time”, uma ex-usuária relatou mortes de amigos por pneumonia, envenenamento, meningite, explosões de artérias do coração ou putrefação até a morte.

“A codeína é um opiáceo, uma substância natural encontrada no ópio, ativo obtido da papoula. O iodo, em contato direto com a pele, causa lesões. O fósforo vermelho, se aquecido, se torna fósforo branco e é extremamente venenoso. Os solventes e a gasolina, usados no refino, são substâncias tóxicas que atacam fígado, rins e cérebro”, explica Nadia Tawil, toxicologista do Instituto Brasileiro de Estudo e Avaliação Toxicológica (Ibemax).

“Nos últimos 5 anos, as vendas de codeína em comprimidos cresceram dezenas de vezes”, declarou Viktor Ivanov, chefe do Controle de Drogas da Rússia ao jornal inglês “The Independent”.

No país, esses comprimidos são vendidos sem receita médica. No Brasil, segundo técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não existe codeína em forma pura, apenas em xaropes e em doses pequenas, o que torna impossível sua dissociação para usos escusos.

De qualquer maneira, são fármacos que exigem retenção de receita e controle de vendas. A codeína, assim como qualquer opiáceo, é altamente viciante.

“Estas drogas causam dependência com extrema facilidade. E quando o dependente, por qualquer motivo, para de tomar a droga, ocorre um violento e doloroso processo de abstinência, com náuses, vômitos, diarreia, cãibras musculares, cólicas intestinais, lacrimejamento e coriza, que pode durar entre 8 a 12 dias. Mas os opiáceos não são facilmente encontrados no Brasil”, diz o psiquiatra clínico José Carlos da Fonseca, da clínica de reabilitação Renascer.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Não éé??




Quais os tipos de drogas que existem    
Como o próprio nome já diz as Drogas não prestam, elas viciam uma pessoa a consumi-las cada vez mais e até chega o ponto de matar, ou até mesmo da pessoa ter a síndrome da abstinência acabar morrendo por sentir falta do uso da droga, e esses sintomas não são favoráveis para o corpo humano, pois eles prejudicam radicalmente os nossos órgãos levando assim a uma falência. Infelizmente está sendo comum o uso das drogas em rodinhas de “amigos” na escola e também em universidades, se os representantes políticos não tomarem a frente a tendência é só piorar.
Contudo o esclarecimento do NÃO uso da droga é correto para o seu próprio corpo, então se previna tomando cuidado com objetos e coisas que acaba aceitando de outras pessoas e também não seja aquela pessoa que sempre imita alguém ou faz algo para vangloriar-se perante os amigos, pois isso não está com nada quando se fala em drogas.
E os tipos de drogas existentes são os estimulantes, depressoras e alucinógenos, cada um tem um modo de aterrorizar aquele que a utiliza, e entre elas existem as drogas que dentre a maioria todos já apenas ouviram falar, e elas são a maconha, o crack, MDMA, LSD, fumo, metanfetamina, heroína, cola de sapateiro, álcool, sedativos, etc.
Então não aceite qualquer coisa de alguém, procure saber certo o que cada um causa para o seu organismo e veja quais as maneiras de para de usar, hoje existe clinicas que ajudam na recuperação de um ex-drogado e também os conhecidos NA (narcóticos anônimos) que serve não somente para o ex-drogado como também para pos familiares dele, então procure ajuda, ou ajude alguém.


Obrigado pela atenção!!!  S2  amoo 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O que as drogas fazem dentro do nosso corpo?


Os efeitos químicos das drogas no corpo humano não causam danos apenas fiscos, mas também psicológicos e sociais. Dentro dos danos físicos, encontramos a famosa cirrose hepática, o enfisema pulmonar e danos cerebrais. Entre os prejuízos psicológicos, está a deficiência cognitiva e/ou transtornos de humor e de personalidade, o que costuma-se chamar de co-morbidade, uma vez que são transtornos mentais, associados à dependência química. Entre os danos sociais, encontramos o isolamento do usuário, preconceito e discriminação, essas pessoas dificilmente são vistas como cidadãs possuidoras de direitos .

A dependência física é complicada de ser controlada. Além do acompanhamento profissional, muita força de vontade é necessária para vencer a dependência. Ela acontece quando o sistema nervoso central se habitua a funcionar apenas com a ingestão da droga. Tal processo engloba o sistema de recompensa, ou seja, a ingestão da droga libera determinados neurotransmissores no cérebro, que são responsáveis pela sensação de prazer sentida quando há o consumo da droga. 

Na falta das substâncias, o organismo responde em crise de abstinência, o que pode desencadear vários sintomas como dores, tonturas e náuseas. Nos casos mais graves, a morte acaba acontecendo. Desta forma, entende-se que o organismo depende, fisicamente, da droga para funcionar, ele não consegue trabalhar normalmente sem ela. Por isso a necessidade de tratamento especializado e, muitas vezes, da ingestão de medicamentos para controlar a síndrome.


Obrigado pela atenção!!!  s2 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Por que não posso ingerir bebidas alcoólicas antes dos 18 anos?


Entenda porque não ingerir bebidas alcoólicas antes dos 18 anos
O Sem Excesso falou com especialistas para deixar a questão bem clara tanto para os pais quanto para os filhos.

  Praticamente todo adolescente já foi ou será exposto a uma situação de consumo. Seja por oferecimento de um primo em encontros familiares, numa festa entre amigos ou às vezes até mesmo na saída da escola. A dúvida e a vontade chegam ao mesmo tempo e, muitas vezes, fica difícil para o adolescente se decidir.

A nova lei Antiálcool do Governo do Estado de São Paulo, que proíbe a comercialização e o consumo de bebidas alcoólicas por menores de 18 anos veio, na realidade, por meio de fiscalização, reforçar a norma já existente há 21 anos no Estatuto da Criança e do Adolescente. Pouco se explica, porém, o porquê em retardar a ingestão em menores de idade.

Especialistas afirmam que antes dos 18 anos, definitivamente, o corpo de um jovem não está preparado, do ponto de vista de maturação cerebral e funcionamento hepático, para receber bebida alcoólica no organismo. Diferentemente do que acontece com um adulto, a bebida é metabolizada de outra forma e, por isso, pode causar prejuízos físicos, cognitivos e comportamentais distintos.

A médica psiquiatra Marta Jezierski, diretora técnica da divisão de saúde do Cratod – Centro de Referência do Álcool, Tabaco e outras Drogas –   acredita que existe uma permissividade na cultura brasileira no sentido dos pais consentirem que os filhos provem precocemente. “O cérebro em formação é muito suscetível a estímulos químicos que o sensibilizam para o resto da vida e daí vem às chances de desenvolver uma dependência”, esclarece.

Assim, a precocidade do consumo é um dos fatores que podem levar ao uso crônico.“Quanto mais cedo se começa, maiores as chances”, concorda a psiquiatra Renata Cruz Soares de Azevedo, que coordena o Ambulatório de Psiquiatria de Substâncias Psicoativas (ASPA) do Hospital das Clínicas da Unicamp  – Universidade Estadual de Campinas.

No tocante ao sistema nervoso central, que envolve questões emocionais e psicológicas, especialistas são enfáticos ao dizer que o jovem ainda está estabelecendo sua personalidade e qualquer substância que altere seu comportamento pode ser prejudicial nesse momento de formação.

Uma das principais consequências é o afrouxamento do freio social, o que faz com que o adolescente se envolva em situações que sóbrio não assumiria, tais como atividade sexual de risco, acidentes de trânsito – mesmo como pedestre – e violência. “Isso também acontece no adulto, mas no organismo do jovem fica muito mais potencializado”, compara a psiquiatra Renata.

Ou seja: se a decisão for ingerir bebida alcoólica, quanto mais tarde melhor, assim o organismo estará preparado para fazer um consumo moderado, seguro e com responsabilidade.





Obrigado pela atenção!!!    s2

domingo, 5 de agosto de 2012

Um arsenal de bombas...


Um arsenal de bombas
Testes clínicos estão revelando que várias substâncias (entre elas algumas á muito conhecidas) produzem efeitos positivos sobre o funcionamento do cérebro. Mas cada uma delas tem seus próprios riscos.

ADDERALL (MIX DE ANFETAMINAS)
Uso original: tratar déficit de atenção (DDA).
Efeitos colaterais: problemas cardíacos, vício.

ANIRACETAM
Uso original: tratar Alzheimer.
Efeitos colaterais: ansiedade, insônia.

DONEPEZIL
Uso original: tratar Alzheimer.
Efeitos colaterais: náuseas, diarreia.

FLUOXETINA (PROZAC)
Uso original: tratar depressão.
Efeitos colaterais: ansiedade, suicídio.

METIlFENIDATO (RITALIN)
Uso original: tratar DDA.
Efeitos colaterais: convulsões, psicose.

MODAFINIL
Uso original: tratar narcolepsia.
Efeitos colaterais: doenças de pele.

PIRACETAM
Uso original: tratar convulsões.
Efeitos colaterais: ansiedade, tremores.

SELEGILINA
Uso original: tratar Parkinson.
Efeitos colaterais: dor de cabeça, diarreia.

VASOPRESSINA
Uso original: tratar diabetes.
Efeitos colaterais: náuseas, coma.

 Obrigado pela atenção...    s2

sábado, 4 de agosto de 2012

Á surpresa............

Gente desculpa não ter postado semana passada, deu alguns problemas e não deu pra postar... mais estamos postando agora.......... 

Áááa surpresa... é que aqui no nosso blog há mais de 3.000 acessos ... Legal não é mesmo, nosso objetivo é que as pessoas parem de usar drogas reconhecendo que leva á morte, e que isso seja reconhecido no mundo inteiro, claro que isso vai ser muiiito difícil, mas, NÃO DESISTA, mostre para seus amigos como a droga é prejudicial, faça eles reconhecerem que a droga não vai ajudar em nada só vai piorar, e também queremos dar os parabéns para quem olha nosso blog todos os dias !!!  PARABÉNS POVO DROGAS TO FORA!!!!!!!!



Obrigado pela atenção!!!  s2.

Eu tô fora!! E você amigo (a) ????


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Blog da nossa amiga

Gente!!!!  Visitem o blog da nossa querida amiga DEMI LOVATO SEMPRE DIVA Acessem e divirta-se principalmente se você é fã da nossa diva DEMI LOVATO!




Veja o canto esquerdo do nosso blog!
Se não achou seguinte site:  http://demilovatosemprediva.blogspot.com

Obrigado pela atenção!!!!!!      s2

O viagra do cérebro...


O VIAGRA DO CÉREBRO
Muitos "aprimoradores cerebrais" do passado acabaram se revelando apenas drogas viciantes, que pouco efeito realmente tinham sobre a
 inteligência. Basta ver os exemplos acima para sacar que, nessa busca desenfreada pelo caminho mais fácil para o desenvolvimento mental, muita besteira foi vendida como panaceia. Então, o que mudou? Muita coisa.

No século 19, Freud tinha de desenvolver suas teorias da mente (com seus acertos e erros) tratando a cachola das pessoas como uma caixa-preta, cujo funcionamento exato era um mistério, imune a qualquer tipo de estudo. Hoje, existem técnicas avançadíssimas de mapeamento cerebral que permitem enxergar o que acontece na cabeça das pessoas, em tempo real, quando elas estão sob efeito de uma determinada droga. Não é à toa que os anos 90 foram batizados de "a década do cérebro". Em alguns casos, a
 ciência consegue explicar passo a passo as reações moleculares de certos remédios no corpo humano.

Outra coisa: como a medicina como um todo está avançando a galope, as pessoas estão vivendo cada vez mais. Com a velhice, surgem problemas cognitivos típicos - como perda de memória e dificuldades de raciocínio. Por isso, a indústria farmacêutica está interessadíssima em criar remédios que possam prolongar ou restaurar a
 saúde do cérebro. Imagine o que acontecerá quando alguém inventar uma droga que faça pela mente o que o Viagra fez pelo sexo. Será uma revolução. E, quando ela acontecer, os jovens também vão querer experimentar o tal remédio e ver o que ele pode fazer.

Aliás, isso já está acontecendo. Quer um exemplo? Alzheimer. É uma doença degenerativa terrível, em que placas de uma substância chamada beta-amiloide começam a se formar no cérebro. O resultado é uma perda significativa da capacidade de gerar memórias. Conforme a doença progride, acaba desembocando na demência e, por fim, na morte. Diversas drogas estão sendo testadas na esperança de, pelo menos, reduzir o impacto da doença, ajudando a fortalecer os sistemas cerebrais ligados à memória. E as mais promissoras são as ampaquinas, que parecem reforçar as respostas dos neurônios a um neurotransmissor chamado glutamato (antes que você pergunte: não, não é o mesmo glutamato do tempero Aji-No-Moto e dos pratos da culinária chinesa). Ainda não existem testes suficientes para provar que as ampaquinas efetivamente melhoram o funcionamento do cérebro. Mas parece que sim - e já tem gente a fim de testar essa classe de drogas também em pessoas saudáveis, para ver se elas adquirem supermemória.

Outras drogas da
 inteligência já foram testadas em humanos - e até já estão no mercado. Como o donepezil, que também foi desenvolvido para tratar Alzheimer. Num estudo feito com pilotos de avião, ela realmente demonstrou efeito sobre a memória. Dois grupos de voluntários foram testados. E os que haviam tomado donepezil tiveram mais facilidade para se lembrar, um mês depois, de informações que haviam recebido sob o efeito da droga.

Os cientistas estão descobrindo que substâncias mais antigas também podem ter efeitos positivos sobre a
 inteligência. Como uma droga chamada piracetam, que manipula, de um modo ainda não totalmente compreendido, os neurotransmissores cerebrais - entre eles, possivelmente, o glutamato. O piracetam é bem conhecido dos médicos, e considerado bastante seguro. Tanto é que, em alguns países, ele nem é comercializado como remédio, e sim como suplemento alimentar (no Brasil, só pode ser comprado com prescrição médica). Seus usuários dizem que ele ajuda a "lubrificar" o cérebro, estimulando a microcirculação de sangue dentro do órgão.

Às vezes, a contribuição pode vir de onde menos se espera. Olha só esta: um antialérgico chamado dimebolina, que foi criado por cientistas russos para combater a chamada febre do feno (um tipo de rinite alérgica), parece ser um aprimorador mental excepcional. Estudos preliminares sugerem que ele melhora o desempenho de voluntários em testes cognitivos, além de deixá-los mais despertos e atentos. Drogas como essa são chamadas de anti-histamínicas, porque inibem a ação das histaminas - substâncias que controlam a resposta do sistema imunológico (daí sua relação com a alergia) e também atuam como neurotransmissores. No cérebro, existem vários tipos de receptor de histamina. Dependendo de qual deles é influenciado pela droga, efeitos diferentes podem acontecer. É por isso que muitos antialérgicos, principalmente os mais antigos, causavam sonolência. Já as drogas mais modernas, que exploram apenas um determinado tipo de receptor de histamina, podem acabar tendo o efeito oposto, melhorando o grau de atenção e disposição do indivíduo - e até deixando-o um pouco mais inteligente.

Todos esses remédios foram criados com outros fins. Mas já existem drogas sendo desenvolvidas especificamente com o objetivo de turbinar o cérebro de pessoas saudáveis. Essas pesquisas ainda estão muito no começo, e algumas companhias farmacêuticas que foram fundadas para focar exclusivamente esse mercado estão tendo dificuldades em se manter. A que parece mais adiante é a americana Helicon, que tem por missão produzir medicamentos voltados para melhorar a memória de pessoas saudáveis. Até agora, nenhum dos compostos testados pela companhia atingiu uma fase de testes clínicos avançados, com grande número de pessoas, em humanos. Mas por que tanta dificuldade? Porque hoje em dia o principal jeito de desenvolver novas drogas é testá-las em seres vivos (primeiro animais, depois pessoas). Só que é muito mais fácil conseguir aprovação para testes de uma droga que vai mexer com o cérebro se ela estiver voltada para pessoas doentes do que tentar fazer esse mesmo teste num monte de gente saudável. Ainda assim, como mostra o hit modafinil, existe uma demanda por remédios que melhorem o cérebro. E, mesmo que em passo de tartaruga, as pesquisas da Helicon certamente darão frutos nos próximos anos. O doping intelectual chegou para ficar. E vai mudar o mundo.


EFEITOS COLATERAIS MORAIS
"É óbvio, já começaram a surgir discussões éticas sobre isso", conta Alysson Muotri, biólogo molecular brasileiro que trabalha na Universidade da Califórnia. Ele trabalha especificamente com o fenômeno da neurogênese - a produção de novos neurônios no cérebro, um dos caminhos pelos quais as pílulas da
inteligência podem melhorar a performance cerebral das pessoas. Para Muotri, não há nenhum problema em desenvolver e testar as drogas da inteligência. "Se um cientista achar que usar esses medicamentos melhora seu desempenho, não vejo nada contra (ele tomar o remédio). Afinal, a meta é fazer descobertas que beneficiem a humanidade." Mas outra coisa, bem diferente, é permitir que a indústria farmacêutica promova livremente essas pílulas.

Por uma razão simples: os efeitos colaterais. Os estimulantes mais usados hoje, como o Ritalin e as anfetaminas, já têm efeitos colaterais bastante conhecidos - e graves. Os riscos vão desde problemas cardíacos a alucinações, sem falar na grande possibilidade de o usuário se viciar. Mas mesmo as drogas mais recentes, embora aparentemente menos perigosas, não são livres de riscos. O modafinil, por exemplo, que foi apresentado como uma droga praticamente livre de efeitos colaterais, teve problemas com o governo dos EUA em 2006, quando o fabricante tentou liberar seu uso em crianças, para tratar casos de distúrbio de déficit de atenção. Descobriu-se que, em alguns poucos casos, o modafinil pode causar irritações extremamente agressivas na pele. Não é uma coceirinha. É uma doença chamada Síndrome de Stevens-Johnson, que pode exigir internação hospitalar e levar à morte. O governo dos EUA considerou esse risco alto demais, e não liberou o modafinil para crianças.

E a verdade é que ninguém sabe quais são os efeitos de longo prazo dessa e das outras drogas. No curto prazo, elas de fato parecem dar alguma vantagem a seus usuários. Mas o que acontece depois de 10, 15 anos de uso? Nenhum estudo chegou a atingir essa maturidade, de forma que as respostas ainda estão por vir - ao mesmo tempo em que milhares de pessoas conduzem o mesmo teste, sem controle algum, em seus próprios cérebros. Mas as primeiras pesquisas com animais estão revelando resultados preocupantes.

Alguns dos remédios parecem aumentar a neurogênese, ou seja, aceleram o crescimento de neurônios no cérebro. Só que isso não é necessariamente bom. "Existem algumas situações de neurogênese que são ruins. A epilepsia, por exemplo, aumenta a neurogênese. Mas os novos neurônios formam conexões defeituosas. Ou seja: o nascimento deles mais atrapalha do que ajuda", afirma Muotri.

A diminuição do sono, que é um efeito comum dos estimulantes (principalmente se tomados à noite), pode ajudar a virar noites rachando de estudar ou terminando trabalhos importantíssimos. Mas estudos feitos em ratos apontam que a privação do sono causa danos ao hipocampo, parte do cérebro que - entre outras coisas- coordena o funcionamento da memória. E isso acontece rápido: 3 dias seguidos sem dormir já são o suficiente para produzir alterações estruturais no cérebro. E, quando falamos de longo prazo, as coisas ficam ainda mais arriscadas. O uso contínuo de estimulantes pode alterar a estrutura e o funcionamento do cérebro, de forma a causar depressão, aumentar a ansiedade e, pasme, deixar a pessoa mais burra.

Pois é. Ao tentar criar uma geração superinteligente de humanos, corremos o risco de terminar com 6 bilhões de toupeiras. Mas, mesmo que todos esses temores se mostrem infundados, ainda restará a preocupação social. E ela talvez seja a pior de todas. Imagine o seguinte cenário. Os avanços da
 ciêncialevam à criação de uma droga que aumenta a inteligência e não apresenta nenhum risco ou efeito colateral, seja de curto ou de longo prazo. É a pílula perfeita. Mas, como todas as invenções da indústria farmacêutica, custa caro. Como ficam as pessoas que não têm dinheiro para comprar a droga, ou simplesmente não querem tomá-la? Como promover uma disputa justa, no vestibular ou em uma entrevista de emprego, entre pessoas que tomam e não tomam pílulas para o cérebro? A busca pela elevação da inteligência humana pode acabar criando duas classes de gente, o que traria todo tipo de problemas sociais e aumentaria a desigualdade entre as pessoas.

Ou, pelo contrário, poderia reduzi-la. Um estudo feito no King’s College, em Londres, descobriu que o modafinil funciona de maneiras diferentes em pessoas diferentes. "Nossos resultados indicam que o QI alto pode limitar a detecção dos efeitos positivos da droga", afirma Delia C. Randall, autora da pesquisa. Traduzindo: ele faz mais efeito nas pessoas menos inteligentes. Por isso, as pílulas da
 inteligênciapoderiam aproximar os menos favorecidos intelectualmente da média da população. E, em vez de criar um abismo social, ajudar a reduzir a desigualdade. Aconteça o que acontecer, uma coisa é certa. Todas as drogas da inteligência, tanto as que já existem quanto aquelas ainda em desenvolvimento, têm uma característica em comum: elas simplesmente intensificam o funcionamento do cérebro, ou seja, dão um pouco mais de potência para que ele faça o que já sabe. Os remédios não conferem novas habilidades à mente.
E, ao deixar as pessoas mais concentradas no que precisam fazer, fatalmente reduzem o tempo que elas passam de bobeira, devaneando, com a cabeça ociosa e aberta para ideias aparentemente irrelevantes - os elementos que, todos os especialistas concordam, estão na raiz da criatividade humana. 


sexta-feira, 27 de julho de 2012

A pílula da inteligência...


A pílula da inteligência

"Eu tinha que me preparar para um trabalho e resolvi tomar um comprimido. O resultado foi incrível. Consegui estudar 12 horas sem parar."

"Era uma época agitada na minha vida. Eu fazia faculdade de direito, trabalhava num escritório e ainda estudava para concursos públicos. Comecei a usar um remédio que o neurologista havia receitado para a minha tia. Não tive nenhum efeito colateral
 e senti um belo aumento na minha concentração. Na época das provas, eu aumentava a dose."

"Fiquei mais inteligente, tudo o que estudo é mais bem aproveitado. Graças ao remédio, passei no vestibular de química e virei um dos melhores alunos da classe. Agora decidi prestar vestibular para economia. Consegui uma bolsa em um cursinho depois de ficar em 1o e 2o lugar em vários simulados. Tenho consciência de que outros estudantes também usam o remédio. Mas espero que ele não se popularize. Afinal, se todo mundo tomar, como vou me destacar?"

Esses relatos são reais. São os depoimentos de Augusto** (26 anos, doutorando, Recife), Henrique (25, advogado, Brasília) e Marcos (21, estudante, Rio de Janeiro). Eles são pessoas normais, sem nenhum problema no cérebro. Mas decidiram tomar medicamentos tarja-preta, desenvolvidos para tratar disfunções neurológicas - mas que, em pessoas saudáveis, podem provocar uma espécie de turbo mental: intensificar a atenção, a concentração, a memória ou certos tipos de raciocínio. Ou simplesmente ajudar a pensar mais, por mais tempo, sem cansar. E quem não quer isso, afinal? Um estudo recém-publicado no jornal científico Nature revela que 25% dos universitários tomam ou tomaram algum tipo de remédio para tentar aumentar seu desempenho cognitivo. E uma nova geração de medicamentos, supostamente mais segura, acendeu de vez o interesse pelas pílulas da inteligência
- que cada vez mais médicos, executivos e até cientistas estão tomando. Tanto é que um grupo de neurologistas das Universidades da Califórnia, da Pensilvânia, de Cambridge e Harvard escreveu um manifesto explosivo, que está dividindo a comunidade científica. Ele defende que certos medicamentos, que hoje são tarja-preta (de venda e uso controlados), sejam totalmente liberados - para que todo mundo possa tomá-los e aumentar o próprio QI. "A engenhosidade humana nos deu meios de aprimorar nosso cérebro, com invenções como a escrita, a imprensa e a internet. Essas drogas deveriam ser encaradas da mesma forma: são coisas que a nossa espécie inventou para melhorar a si mesma", afirmam os cientistas. Loucura?

Talvez. Mas a verdade é que a maior parte das pessoas já consome substâncias para turbinar a cabeça. Quando você toma uma xícara de café para ficar mais ligado, está ingerindo cafeína - e, com isso, provocando alterações no próprio cérebro. Se acorda doente e toma um antigripal para trabalhar melhor, idem (vários remédios do tipo contêm um estimulante, fenilefrina). E tudo isso é plenamente aceito pela sociedade. Pode ser que, no futuro, as pílulas da inteligência
 sejam consideradas tão corriqueiras e inofensivas quanto um cafezinho.


MENOS BARATO E MAIS COGNIÇÃO
Fim dos anos 70. Um laboratório francês começa a procurar soluções para a narcolepsia, um distúrbio que causa sonolência excessiva durante o dia e afeta 0,2 a 0,5% da população mundial. Depois de muitos anos de pesquisa, os cientistas chegam a uma droga promissora, que aparentemente não tem os efeitos colaterais dos outros tratamentos. Ninguém sabe exatamente como ela funciona (parece alterar os níveis de vários neurotransmissores, como dopamina, serotonina e noradrenalina, e com isso facilitar a comunicação entre os neurônios), mas o fato é que funciona. E o melhor: não provoca euforia, não dá barato e não vicia - os grandes problemas dos remédios até então usados para tratar a narcolepsia. O novo medicamento é batizado de modafinil e lançado na França em 1994. Logo atrai o interesse dos militares. O Exército francês, e depois o americano, começaram a testar o remédio. O objetivo não é criar uma safra de guerreiros superinteligentes - é simplesmente evitar que durmam. E funciona. "O modafinil permite que indivíduos saudáveis fiquem acordados por mais de 60 horas, sem efeitos colaterais", conclui um estudo do governo francês. Imagine só. Um soldado que consegue ficar quase três dias sem dormir, sem nenhuma perda de desempenho mental. Ideal para a guerra. E o modafinil foi se espalhando. Hoje, ele é distribuído de forma rotineira aos militares americanos (principalmente pilotos da aeronáutica e soldados que precisam trabalhar durante a noite).

Com tanta popularidade, a droga começa a atrair a atenção dos cientistas civis. Em 2003, pesquisadores da Universidade de Cambridge decidem testar o remédio em 60 voluntários saudáveis e descansados. E descobrem um efeito surpreendente. Sob efeito da droga, eles tiveram desempenho bem melhor em alguns testes cognitivos. Ou seja: tecnicamente, o remédio fez com que os voluntários ficassem mais inteligentes. Eles se sentiram muito bem e não sofreram nenhum efeito colateral
. Um remédio seguro, que não tem consequências ruins e melhora o funcionamento do cérebro?

Foi o suficiente para explodir o interesse no modafinil, que começou a ser apresentado pelo fabricante (a empresa americana Cephalon, que comprou o remédio dos cientistas franceses) como uma solução para quem vive cansado e deseja ter mais energia no dia-a-dia - o laboratório tentou aprovar sua droga até como remédio para jet lag. Essa ofensiva de marketing foi considerada irresponsável pelo governo americano, que aplicou uma multa milionária no laboratório. Mas isso não foi o suficiente para brecar a mania do modafinil, cujas vendas quintuplicaram e bateram em US$ 1 bilhão anuais. E isso só nos EUA, sem contar os outros países (entre eles o Brasil, onde a droga foi lançada este ano).

Apesar de todo esse entusiasmo - ou exatamente por causa dele -, você deve estar se fazendo algumas perguntas. Será que, como acontece em tantos casos que envolvem a indústria farmacêutica, não existe um exagero nisso tudo? Será que, com o uso contínuo, a longo prazo, drogas como o modafinil não podem fazer mal? E será que é uma boa ideia mexer com a química do cérebro? Muitos cientistas têm levantado essas questões, ainda sem respostas definitivas (mais sobre isso daqui a pouco). Quem toma remédios para turbinar a própria cabeça está assumindo um risco sério. Mas não é difícil entender por que cada vez mais pessoas fazem isso. Afinal, a busca por substâncias capazes de nos tornar mais espertos é um sonho que se perde na noite dos tempos. Sem exagero: desde que a civilização existe, tem gente querendo melhorar seu desempenho intelectual.

Veja o caso dos soldados do Império Romano, por exemplo. Eles comiam alho puro, porque acreditavam que lhes dava inspiração (sem falar na prova de coragem que devia ser comer aquilo). Entre outros povos, o costume era beber cerveja - sim, cerveja! - na expectativa de que o álcool conferisse aos soldados a bravura necessária para combater. Conforme a química evoluiu como ciência,
 as drogas foram se sofisticando. E os intelectuais, caindo nelas. No século 16, o famoso filósofo Francis Bacon admitidamente consumia uma série de produtos - de tabaco a açafrão - na expectativa de tornar sua mente mais afiada. O escritor Honoré de Balzac, no início do século 19, tomava café aos montes para produzir, porque a bebida "afasta o sono e nos dá a capacidade de nos manter por mais tempo no exercício de nosso intelecto". E Sigmund Freud acreditava que a cocaína pudesse ser um poderoso auxílio para a mente. Mas os estimulantes só entraram na era moderna em 1929, quando o químico Gordon Alles introduziu o uso médico das anfetaminas (para tratar asma e bronquite). Na 2a Guerra Mundial, elas já tinham feito a cabeça das pessoas - tanto os nazistas quanto os aliados distribuíam a droga a seus soldados no front. Deve ter sido, além de a mais violenta, a guerra mais insone e neurótica de todos os tempos. Afinal, como você já deve ter ouvido falar, as anfetaminas são estimulantes fortíssimos - e tão viciantes quanto as piores drogas ilegais.

A busca por um turbo mental mais seguro começou a se sofisticar em 1956, quando surgiu o metilfenidato - mais conhecido por seu nome comercial, Ritalin. Esse composto químico é um derivado das anfetaminas, supostamente com efeitos mais leves e controlados. Os cientistas desenvolveram a droga para tratar distúrbio de déficit de atenção, depressão e outras condições médicas. Mas, sem saber, eles estavam lançando a pedra fundamental da indústria das drogas da intêligencia
 - pois haviam criado o primeiro estimulante razoavelmente seguro. Ele não é inofensivo. Na verdade, pode ser muito perigoso (leia mais a seguir). Mas é considerado seguro o bastante para ser receitado a milhões de crianças em todo o mundo - e, até o surgimento do modafinil, era a droga preferida de quem busca turbinar a própria cabeça.
Obs.. amanhã continuaremos com o Viagra do cérebro.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Resultados do estudo...


Resultados do estudo 

A maioria dos pacientes tinha pouca escolaridade, eram desempregados e não exerciam trabalhos formais. 

Duas fases distintas para a progressão do uso de drogas foram detectadas. A primeira com drogas lícitas, em que o álcool e o tabaco foram os mais citados. Nesta fase os amigos e os familiares foram os incentivadores do uso e a busca de auto-confiança foi a razão mais apontada pelos usuários. 

O inicio precoce e o forte consumo de uma ou ambas drogas foram determinantes para o inicio de uma progressão com drogas ilícitas. O uso de drogas por pelo menos um membro da família foi descrito pela maioria dos participantes. 

Maconha foi a primeira droga da segunda fase. Nesta fase, a justificativa para o uso da droga foi a busca de prazer. O estudo revela que a progressão no uso de drogas até o crack parece estar mais associada a fatores externos como: disponibilidade da droga no momento do uso, influência do tráfico, campanhas de prevenção, idade de início para uso de drogas e pressão do grupo. Duas diferentes progressões foram identificadas de acordo com a idade de início para o uso: entre os jovens (< 30) a progressão foi: tabaco e o álcool, maconha, cocaína inalada e crack; e entre os mais velhos (> 30) —tabaco e o álcool, maconha, medicamento intravenoso, cocaína inalada, cocaína intravenosa e crack. 

Todos os usuários tinham mais de 18 anos, mais da metade deles deixaram o ensino fundamental e ensino médio. O uso de drogas e a necessidade de trabalhar para fornecer o dinheiro para a família ou para comprar drogas foram as razões mais citadas para deixar a escola. O desemprego também esteve associado ao uso de drogas. A droga quase sempre foi a razão principal para perda do emprego. Uma outra razão relatada foi a possibilidade de envolvimento em atividades ilícitas e de ganhar o dinheiro "fácil". 

Geralmente, a primeira droga foi oferecida aos entrevistados por alguém próximo a eles como parentes. O álcool e/ ou o tabaco foram mencionados como os mais freqüentes, o pai era a pessoa que tinha o consumo mais elevado. O primeiro uso realizava-se entre 10 e 13 anos, um período de forte influência da família (principalmente do pai) na vida de um menino; ou autores supuseram que o uso da droga na família fez do primeiro uso um uso menos proibido. No estudo foram detectados comentários do tipo: "um homem tem que beber”. 

Alguns pesquisadores afirmam que estas drogas (álcool e tabaco) são as primeiras em uma seqüência, outros mostram que muitos adolescentes experimentam a maconha sem nunca ter usado o tabaco e o álcool antes. Os amigos também tem um papel importante nesta fase inicial do consumo do álcool e do tabaco. O sentimento de transgressão sobre o uso das drogas, mesmo sendo lícitas, tem um apelo demasiadamente forte para o adolescente recusar a oferta de um amigo. As razões para aceitar a oferta da droga quase sempre foram o “respeito” e o desejo de não decepcionar quem oferecia a droga. “Curiosidade” foi uma razão mencionada com menos freqüência para o primeiro uso de droga. 

A maconha foi mencionada como a primeira droga ilícita usada por 29 entrevistados em uma amostra de 31 pessoas. Após a primeira droga ilícita, os entrevistados relataram o consumo de outras drogas (até dez tipos de droga em um caso avaliado) antes do crack. A razão para esta diversidade no consumo das drogas não está muito clara, e todos os entrevistados justificaram-no com “curiosidade para sentir novos efeitos e sensações”. 

Um estudo anterior, referente ao consumo e a disponibilidade de drogas, descreveu a preferência dos negociantes de droga em São Paulo por uma fonte abundante de crack, maior do que da maconha. Isto causou uma falta de outras drogas, que conduziram muitos usuários a substituírem outras drogas pelo crack por falta de outras opções. Esta preferência em vender o crack é devido ao seu potencial aditivo elevado, ao custo baixo pela unidade (pedra) e à sua fácil manipulação. Finalmente, o lucro em curto prazo parece ser a apelação mais forte dos negociantes para espalhar o crack. 

Os entrevistados abaixo de 30 anos de idade (mais novos), que começaram o consumo a mais de dez anos referiram 6 a 7 drogas diferentes em média antes do crack. Os entrevistados mais velhos começaram a usar a droga ao menos há 15 anos, tiveram uma escolha ampla de drogas. A presença das drogas alucinógenas (LSD-25), de medicações anticolinérgicas, e do uso da cocaína intravenosa pode ser identificada neste grupo. Mesmo que as classes de drogas fossem similares nos grupos mais novos e mais velhos, as drogas pertencentes as duas classes foram diferentes. Por exemplo, os inalantes foram comuns a ambos os grupos, mas a cola e o cheirinho da loló foram mais utilizados pelos mais novos e os mais velhos referiram o uso extensivo do “lança-perfume”, um solvente proibido no Brasil nos anos 1960s. 

O grupo mais velho fazia uso de medicamentos administrados intravenoso, que facilitavam assim o uso da cocaína intravenosa. Os medicamentos relatados pelos mais novos não foram usados intravenosamente, para eles, o surto da AIDS e as campanhas maciças sobre os perigos da via intravenosa inibiram seu uso. 

O crack foi incorporado em suas vidas como um substituto para a cocaína intravenosa,sendo uma droga de administração mais fácil, não requerendo o uso das seringas e agulhas. O LSD-25 foi relatado somente pelos mais velhos. Seu uso era interrompido devido ao seu custo e substituído, de acordo com os entrevistados mais novos, pelo chá de lírio conhecido também como o "trombeteira" (trumpeter) ou " saia branca ". Em ambos os grupos, entretanto, os usuários começaram invariavelmente a fazer uso da cocaína por via inalatória. O crack muitas vezes foi utilizado conjuntamente com outras drogas. Por exemplo, o uso do tabaco fornece as cinzas para serem queimadas com o crack. A maconha é também muito popular entre usuários do crack, porque reduz a paranóia causada pela cocaína. O álcool parece reduzir os efeitos desagradáveis e prolongar os agradáveis. 

De acordo com os entrevistados a seqüência das drogas não é determinada pela preferência de uma ou outra droga. Um comportamento similar é observado entre aqueles usuários que buscam novas sensações e novos desafios, incluindo um risco aumentado no uso da droga. Deste modo, os usuários declararam a maconha como uma droga "livre de problemas” e procuraram por outras drogas que fornecem novas sensações e que geram mais riscos. Estes usuários progridem o uso da cocaína inalada para a cocaína intravenosa ou fumada. Esta busca continua até uma droga, como o crack, difícil de voltar a um uso menos problemático, isto ocorre devido à dependência e/ ou a compulsão que ocorre. Conseqüentemente, acredita-se que a identificação de uma seqüência de drogas pode ser uma ferramenta na tentativa de parar a exposição crescente dos usuários aos riscos da progressão. 
Obrigado pela atenção!!!